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Federico León
Yo escribo. Vos dibujás.
29 - 01 Dezembro
Teatro
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Yo escribo. Vos dibujás.
29 - 01 Dezembro
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29 - 01 Dezembro
Federico León

Yo escribo. Vos dibujás.

12€
Teatro

29 - 01 Dezembro

Sexta-feira e sábado 21h30

Domingo 17h30

Em espanhol com legendagem em português e inglês

Teatro
Preço 12€
< 25 anos 5€

Sala Principal
Duração 75 min.

Classificação Etária:

M/16

Com Silvina Sabater, Felipe Bouca, António Frois, Ásia Borralho Galante, Carlos Custódio, Celestino Silva, Christophe Kerbourch, Daniel Barros, Diogo Bach, Diogo Bastos Pinho, Filipe Castro, Francisco Beatriz, Gonçalo Babo, João Coelho, João Costa, João Galante, Luís Coelho, Miguel Afonso, Pedro Monteiro, Pedro Roseiro, Pedro Vicente, Romi Soares, Thomas Mendonça, Tiago Baptista, Tomás da Fonseca
Cenografia Ariel Vaccaro
Música e desenho de som Diego Vainer
Desenho de luz David Seldes
Figurinos Paola Delgado
Coordenação técnica Laura Copertino
Assistência de encenação (tradução para português) Juan Francisco Reato
Coordenação de produção Rodrigo Manuel Pérez
Produção executiva Melisa Santoro Aguirre
Encenação Federico León

Produção ZELAYA
Coprodução Teatro Nacional Argentino − Teatro Cervantes, Kunstenfestivaldesarts, Wiener Festwochen, FITEI, Teatro do Bairro Alto com apoio de Iberescena e Mecenazgo

Estreia mundial Teatro Nacional Argentino – Teatro Cervantes, Buenos Aires

O material gráfico da obra é uma adaptação livre de textos de formação para a vocação humana escritos por Bernardo Nante. O número “A enfermeira” é da autoria de Claudia Schijman e foi estreado em 1989.

A conferência contém material autobiográfico de Claudia Schijman.

Não há nem pode haver nada acidental nem inútil na natureza; cada coisa tem a sua função precisa e serve para um fim definido.

Carl Gustav Jung

 O público é convidado a entrar num espaço onde convivem múltiplas situações, jogos e práticas. Este ecossistema caótico, mistura de feira de rua e quermesse, pode ser percorrido sem ordem estabelecida. Há panfletos que passam de mão em mão e funcionam como as peças de um grande quebra-cabeças: uma trama que vai unindo o que até aí funcionava de forma fragmentária. Os panfletos transmitem mensagens que tentam orientar, dar uma ordem e sentido ao conjunto. Progressivamente, descobrimos que se trata de uma espécie de escola que leva a cabo práticas de autoconhecimento: uma mistura de rituais, jogos infantis, recordações e fragmentos de sonhos.

Esta é uma aguda e comovente reflexão sobre o real, o teatral e as suas subtis imbricações, confirmando a vocação experimental do encenador, dramaturgo e ator argentino que o tornou reconhecido internacionalmente (esteve no Alkantara 2016 com Las Ideas).

 

 

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