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30 Setembro
Roger Sansi, Catarina Simão, Víctor Barros, Ana Cristina Pereira, Inês Beleza Barreiros e Lee Douglas

Restituição: Ou como (começar a) reparar um mundo partido – um diálogo público

Entrada livre
Discurso

30 Setembro

sexta 18h30

Streaming disponível no próprio dia em teatrodobairroalto.pt e nas redes sociais

Discurso
Preço Entrada livre (sujeita à lotação) mediante levantamento prévio de bilhete (máximo de 2 por pessoa) na bilheteira no próprio dia a partir das 15h
Sala Manuela Porto
Duração 2h

Organização Lee Douglas e Inês Beleza Barreiros

Patrocínio TRACTS Network (CA20134), pelo projeto “Militant Imaginaries, Colonial Memories”, com o apoio do programa de investigação e inovação da União Europeia Marie Sklowdowska-Curie (No. 895197) e pelo Instituto de História Contemporânea Instituto, fiinanciado pela Fundação para Ciência e a Tecnologia, I. P. (UIDB/04209/2020 e UIDP/04209/2020)

Imagem “Mapa Afectivo de Trafaria” de Helena Elias, Lisboa – Portugal, 2022

 

O TBA fica junto ao Largo do Rato.

Roger Sansi Roca é antropólogo sociocultural e professor catedrático na Universidade de Barcelona. É autor de Art, Anthropology and the Gift; The Anthropologist as Curator; and Fetishes and Monuments: Afro-Brazilian Art & Culture in the 20th Century.

Catarina Simão é artista e investigadora independente. Vive e trabalha entre Maputo e Lisboa. Desde 2009 que Simão trabalha com a noção de Arquivo, envolvendo especialmente a história colonial e anticolonial de Moçambique.

Víctor Barros é historiador doutorado na École des Hautes Études Hispaniques et Ibériques na Casa de Velázquez  e no Instituto de História Contemporânea – IHC NOVA FCSH/IN2PAST – Laboratório Associado para a Investigação e Inovação em Património, Artes, Sustentabilidade e Território. Os seus interesses de investigação centram-se nas comemorações históricas, nos  monumentos coloniais, na construção da memória pública do império português nas colónias africanas, nos usos públicos e políticos da memória colonial, entre outros tópicos do colonialismo e dos anticolonialismos.

Ana Cristina Pereira é doutorada em Estudos Culturais pela Universidade do Minho, e realiza pós-doutoramento no CES, sendo investigadora do projeto (THE)OTHERING e membro do NARP – Núcleo Antirracista do Porto.

Inês Beleza Barreiros é arqueóloga visual, tendo obtido um doutoramento em Estudos dos Meios de Comunicação, Cultura e Comunicação na Universidade de Nova Iorque. Os seus interesses de investigação situam-se na intersecção da cultura visual, estudos de memória e teoria-práxis decolonial e a sua articulação dentro da história do império português.

Lee Douglas é uma realizadora, curadora e antropóloga visual que trabalha sobre as interseções da história, memória e visualidade em contextos marcados pela violência, a ausência, e a mudança política radical. Dirige o projeto “Militant Imaginaries, Colonial Memories” (MSCA-IF-895197).

 O projeto colonial utilizou a violência, tanto aberta como encoberta, para reorganizar e controlar a vida social. A violência era exercida sobre e através de corpos, mas também sobre e através de objetos. Este diálogo público reúne investigadores, artistas e ativistas para discutir pedidos coletivos de restituição em sentido lato, debatendo tanto a devolução de objetos de arte como o reconhecimento público destas histórias de extração e violência colonial. Com base numa série de casos e experiências concretas problematizar-se-ão diferentes abordagens, interrogando os modos como têm tomado forma no Sul da Europa, onde histórias de Império e ditadura se sobrepõem. O objetivo deste encontro, que acontece no âmbito do projeto Memórias Periféricas & Mobilidades Transnacionais: Abordagens de-coloniais aos vestígios materiais e visuais do império, é olhar para a Europa do Sul como uma zona de contacto e a “(semi)periferia” como um lugar de ação política para repensar o legado colonial na Europa.

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