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22 Junho - 31 Julho
Miguel Castro Caldas

Quarantatre

Teatro
Programa Digital

22 Junho - 31 Julho

Miguel Castro Caldas escreve peças de teatro que antigamente entregava a um encenador, mas agora prefere ser ele a colocá-las em cena com a ajuda de amigos. Fez dramaturgia de espetáculos, traduz ocasionalmente e dá aulas. Alguns dos seus textos estão publicados na coleção Livrinhos de Teatro dos Artistas Unidos, na editora Ambar, na Douda Correria, na Mariposa Azual, na Culturgest, na Primeiros Sintomas. Ganhou uma Menção Honrosa em 2005 pela atividade de dramaturgo pela Associação de Críticos de Teatro e o prémio SPA 2017 para melhor texto português representado com Se Eu Vivesse Tu Morrias. Alguns dos seus textos estão traduzidos em espanhol, francês, húngaro, inglês e italiano.

Ana Ribeiro queria ser marinheira, mas estudou para ser actriz. Estreia-se em 1997 com Carlos Avillez. Segue-se a Escola Superior de Teatro e Cinema. Começa a trabalhar. Teatro, cinema. televisão. Trabalhou num bar, viajou, viveu histórias de amor, fez pequenas revoluções, perdeu a voz, participou em manifestações, foi mãe. De 2000 a 2007 é atriz residente da companhia de teatro Casa Conveniente, sob a direção de Mónica Calle. Tragédia (2010) é a sua primeira encenação e em 2011 cria com António Duarte o coletivo Divas Iludidas, desenvolvendo trabalho em Lisboa e Berlim. Em 2013, juntamente com outros seis artistas, aluga a Latoaria, espaço de pesquisa cultural independente.

“Quarantatre” é um texto sobre distâncias. A distância de um pulo, a distância social, a entre dois pontos, a de ver, a de ouvir, a distância estranha, a distância nenhuma, o longe e o perto. A distância entre o dito e o feito. Entre a leitura e o texto. A distância mínima para se fazer teatro. Fígaro começa uma ópera a medir distâncias em pés. Cinque, dieci, venti, trenta, trentasei, quarantatré.
Escrito por Miguel Castro Caldas e interpretado por Ana Ribeiro, “Quarantatre” é uma encomenda de criação do TBA para o podcast Dito e Feito.

escrito por Miguel Castro Caldas
interpretação: Ana Ribeiro
edição sonora: Sara Morais
música original: Raw Forest
produção: Teatro do Bairro Alto

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