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14 Fevereiro
nora chipaumire

#PUNK

12€
Performance
Dupla

14 Fevereiro

Sex 14 fevereiro 21h30
Em inglês sem legendagem
Público em pé

Performance
Dupla
Preço 12€
Menores de 25 anos 5€
Dupla #PUNK e 100%POP 9€ + 9€

Palco da Sala Principal
Duração 50 min

Classificação Etária:

M/16

Interpretação nora chipaumire e David Gagliardi
Guitarra David Gagliardi
Conceito sonoro e direção artística nora chipaumire
Desenho de som Antek Mantorski
Direção técnica Roderick Murray
Texto e letras nora chipaumire
Cenografia Ari Marcopoulos, Kara Walker e Matt Jackson Studio
Desenho de luz e figurinos nora chipaumire
Coprodução The Kitchen, Crossing the Line Festival e Quick Center for the Arts at Fairfield University
Apoio Fondation d’entreprise Hermès no âmbito de New Settings Program

“A kind of rock star of dance..
The New Yorker

nora chipaumire estreia-se em Lisboa com um workshop e a apresentação de duas peças que homenageiam duas artistas radicais que marcaram a sua juventude no Zimbabué, Patti Smith e Grace Jones. Estas peças são interpretadas como um dueto, onde se misturam vozes, música e dança numa performance total, numa encenação que recusa qualquer forma de artifício. Para nora, o corpo humano pode ser um veículo para a manifestação da autoinvenção e da autodeterminação de todos aqueles nascidos sem propriedade, nome ou classe.

 

“Punk”, uma palavra de calão que significa “pessoa sem valor”, tornou-se o nome de um estilo de música que se popularizou nos anos 1970 e 1980, e também um modo de vida intransigente e anticomercial, construído sobre os princípios da autossuficiência, da não-complacência e do “faça você mesmo”. Na sua canção icónica “Rock ‘n’ Roll Nigger”, Patti Smith declara “Eu não fiz muita merda com o passado / Mas faço muita merda com o futuro”. Espicaçada por esta ousada proclamação, nora declara-se uma “preta africana” — do tipo que faz merda com o passado, e faz ainda mais com o presente/ futuro. Encorajada pela rejeição punk do status quo, da ética e dos valores, é seduzida pela possibilidade de não haver futuro, de que o futuro apenas existe no presente. Em #PUNK, impelida por um forte espírito de revolta, nora dá forma a um retrato vívido de um corpo feminino vibrante de poder que explora com violência delicada o potencial subversivo da contracultura.

 

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