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31 Maio
Raquel Ribeiro

Práticas de Leitura: “The Family, Love it or Leave It” de Ellen Willis

Entrada livre
Discurso
Práticas de leitura

31 Maio

terça 18h30

Preço Entrada livre (sujeita à lotação) mediante levantamento prévio de bilhete (máximo de 2 por pessoa) na bilheteira no próprio dia a partir das 15h
Sala Manuela Porto
Duração 2h

Condições de acesso

  • Recomendamos que desinfete as mãos à entrada e adote as medidas de etiqueta respiratória.
  • Sempre que possível, opte por trazer o seu bilhete de casa ou, ao adquirir bilhete na nossa Bilheteira, escolha o pagamento contactless por cartão de débito ou MBway.
  •  Nas entradas e saídas, siga as recomendações da equipa do TBA.

Raquel Ribeiro é jornalista, crítica literária, romancista e investigadora doutorada. Foi professora de Estudos Portugueses na Universidade de Edimburgo e é atualmente investigadora associada do Instituto de História Contemporânea/FCSH. Está a finalizar um livro sobre as representações culturais (cinema, artes e literatura) da presença de Cuba na guerra civil de Angola. Como romancista, publicou Este Samba no Escuro (Tinta da China, 2013) e Europa (Asa, 2002).

Ellen Jane Willis (14 dezembro 1941 – 9 novembro 2006) foi uma ensaísta política de esquerda, jornalista, ativista, feminista e crítica de música pop americana.

Práticas de Leitura são encontros de regularidade incerta em torno de publicações entusiasmantes porque urgentes, interessantes, desarmantes ou prementes, autoeditadas ou não. Nestes encontros, trata-se de ler e conversar sobre o que se lê. Alguns encontros contam com a presença de quem escreveu e editou.

Esta sessão nasce de um convite à jornalista, crítica literária, romancista e investigadora Raquel Ribeiro para orientar uma leitura coletiva do ensaio “The Family: Love it or Leave it” publicado em 1979 pela crítica musical e ensaísta feminista Ellen Willis, no Village Voice. A vontade de ler e aprofundar este texto e, com ele, a escrita crítica de Willis esboçou-se durante o ciclo Mark Fisher, leitor de Willis. Esta leitura coletiva constitui, assim, oportunidade para conversar sobre amor, família e organização da vida (e da sociedade), mas também sobre formas de escrita crítica feminista.

 

Cliquem aqui para ler o texto (em inglês)

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