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20 Fevereiro
Stones against diamonds

Práticas de Leitura: Stones against diamonds

Entrada Livre
Discurso
Práticas de leitura

20 Fevereiro

sábado 20 fevereiro 15h

No Zoom do TBA
Esta sessão vai ter Interpretação em Língua Gestual

Com Ana Jara e Manuel Henriques

Discurso
Práticas de leitura Programa Digital
Preço Entrada Livre
Sala Zoom do TBA
Duração 90 min.

A Stones against diamonds foi fundada em 2018 por Ana Catarina Costa, Paulo AM Monteiro e Pedro Levi Bismarck, no Porto.

Ana Jara é arquitecta, co-fundadora do atelier Artéria, doutoranda em Estudos Urbanos no ISCTE-IUL. Foi professora na Escola de Arquitectura de Umeå, na Suécia e no IADE. Desde 2018 é vereadora na Câmara Municipal de Lisboa.

Manuel Henriques, arquiteto. Diretor Executivo da Trienal de Arquitetura de Lisboa desde Setembro de 2011. Foi consultor nas áreas de Arquitetura e de Design na Direção-Geral das Artes do Ministério da Cultura de 2003 a 2011, onde coordenou as representações oficiais portuguesas nas bienais de Arquitectura de Veneza e São Paulo.

No Zoom do TBA: https://us02web.zoom.us/j/88354952968

 

Em outubro de 2020, o coletivo portuense Stones against diamonds lançou Arquitectura e «Pessimismo», uma publicação centrada na análise do esvaziamento do papel do Estado enquanto entidade mediadora e planeadora da “produção do espaço” e na sua substituição pela “mão invisível do mercado” que vai integrando a arquitetura nas estruturas político-económicas do neoliberalismo. Recuperamos agora essa publicação para uma sessão digital de Práticas de Leituras com o grupo para debater de que forma a tradução e publicação de textos críticos pode contribuir para a abertura de um debate sobre o carácter político da materialidade dos espaços físicos que habitamos. Com um nome que invoca um texto da arquiteta italiana Lina Bo Bardi, Stones against diamonds é a manifestação de um modo de ação que visa abrir um debate em torno da condição política, artística e disciplinar da arquitetura. Primeiro, o grupo tenciona interpelar o papel que a arquitetura desempenha atualmente num quadro de transformações políticas, sociais e económicas. Em segundo lugar, interessa-lhes interrogar a função do arquiteto enquanto intelectual e técnico. Por último, propõem-se, através das suas publicações, a discutir o projeto-escola, ensino e aprendizagem da arquitetura no atual modelo universitário.

 

O livro está disponível através do site do jornal Punkto.

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