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16 Janeiro
Maria Antónia Fiadeiro

Práticas de Leitura: Artistas, Artesãs, Pioneiras

Entrada Livre
Discurso
Práticas de leitura

16 Janeiro

16 janeiro 15h

Na sala zoom do TBA
Com Anne Cova e Virgínia Baptista

Discurso
Práticas de leitura Programa Digital
Preço Entrada Livre
Sala Zoom do TBA
Duração 60 min

Anne Cova

Anne Cova é investigadora auxiliar no ICS-ULisboa. Doutorou-se em História pelo Instituto Universitário Europeu de Florença (1994). Tem uma Habilitação para o exercício de funções de coordenação científica em História pela Universidade de Lisboa (2013). Foi Visiting Scholar nas Universidades de Stanford, Princeton e da California-Berkeley nos EUA. Foi responsável científica do Arquivo de História Social do ICS-UL durante cinco anos (2006-2011). Atualmente, é vice-presidente da Associação Portuguesa de Investigação Histórica sobre as Mulheres (APIHM), filiada na International Federation for Research in Women’s History (IFRWH).
Dentro das suas publicações destacam-se: Maternité et Droits des femmes en France, XIX-XXe siècles, Paris, Anthropos-Economica, 1997; “Au service de l’Eglise, de la famille et de la Patrie”. Femmes catholiques et maternité sous la IIIe République, Paris, L’Harmattan, 2000; Writing Women’s History in Southern Europe, 19th-20th Centuries, Oeiras, Celta, 2003 (Com Gisela Bock, Orgs.) e Org. Comparative Women’s History: New Approaches, Boulder and New York, Social Science Monographs/Columbia University Press, 2006 (uma versão atualizada intitulada História comparada das mulheres. Novas abordagens foi publicada em português em 2008 pelos Livros Horizonte e e francês, Histoire comparée des femmes. Nouvelles approches, pela Ecole Normale Supérieure Éditions em 2009); Destins de femmes. Religion, culture et société (France, XIXe-XXe siècles), Paris, Letouzey et Ané, 2011 (com Bruno Dumons, Orgs.) ; Féminismes et néo-malthusianismes sous la IIIe République: “La Liberté de la maternité”, Paris, L’Harmattan, collection Logiques sociales, 2011 (traduzido em espanhol: Feminismos y neomaltusianismos durante la Tercera República francesa: “La liberdad de maternidade”, Uviéu, Trabe, colección Deméter, 2015).A sua área de investigação incide sobre a história comparada e transnacional das mulheres e do género no século XX, encontrando-se atualmente a realizar um estudo de várias associações de mulheres intituladas “conselhos nacionais das mulheres” na Europa do Sul e na América Latina, 1900-1939.

É investigadora responsável do projeto PTDC/HAR-HIS/29376/2017 financiado pela FCT, intitulado “Women and Associativism in Portugal (1914-1974)” cujo site é: https://womass.wordpress.com/

É também Managing Committee Member da COST Action CA 18119 Who cares in Europe? financiada pela Comissão Europeia, Vice-chair de um grupo de trabalho sobre Ação Voluntária Transnacional e coordenadora de um sub-grupo sobre Ativismo Feminino Transnacional.

Virgínia Baptista

Pós-Doutoranda na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade NOVA de Lisboa; projeto “Mulheres Trabalhadoras, Saúde e Medicina em Portugal (1900-1976)”, orientada pelas Prof. Doutoras Fernanda Rollo e Fátima Sá. Doutora em História Moderna e Contemporânea, pelo Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa – Instituto Universitário de Lisboa, em 2 de julho de 2013, com a classificação de Distinção e Louvor por unanimidade. Tese “Protecção e Direitos das Mulheres Trabalhadoras em Portugal – As Origens do Estado-Providência (1880- 1943), orientada pela Prof.a Doutora Fátima Sá.

Mestre em História Social Contemporânea, pelo Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, concluído em 15 de dezembro de 1998, com a classificação de Muito Bom por unanimidade. Dissertação: “As Mulheres no Mercado de Trabalho em Portugal: Representações e Quotidianos (1890-1940)”, orientada pela Prof. Doutora Miriam Halpern Pereira.

Licenciatura em História, Ramo de Formação Educacional, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, concluída em 11 de junho de 1990, com a classificação de 15 valores; Estágio Pedagógico orientado pelo Prof. António Cordeiro Lopes e pela Prof. Doutora Ana Maria Homem Leal de Faria.

Licenciatura em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, concluída em 30 de julho de 1988.

No Zoom do TBA: https://us02web.zoom.us/j/81867421527

 

Artistas, Artesãs, Pioneiras – Conversas Singulares entre Mulheres Extraordinárias reúne quase 100 entrevistas que a jornalista, feminista e investigadora Maria Antónia Fiadeiro realizou ao longo da vida a personalidades-chave da cultura em Portugal, como pintoras, escritoras ou artesãs. Nesta sessão de Práticas de Leitura, passamos para a sala de Zoom do TBA e contamos com a presença das investigadoras em estudos sobre mulheres Anne Cova e Virgínia Baptista que, lendo excertos do livro, conversarão sobre a condição feminina em Portugal nos últimos 50 anos.

 

 

Maria Antónia Fiadeiro nasceu em Lisboa, em 1942. É licenciada em Filosofia pela Universidade de São Paulo e é mestre em Estudos sobre as Mulheres pela Universidade Aberta, onde foi também investigadora no Centro de Estudos das Migrações e das Relações Interculturais. Jornalista, dirigente e ativista feminista, iniciou a sua carreira na comunicação social em São Paulo, regressando a Portugal apenas no final de 1972, depois do exílio político decorrente das suas atividades enquanto dirigente académica na Crise Estudantil de 1962. Depois de 1974, dirigiu, em Lisboa, a revista Modas e Bordados do jornal O Século, mantendo a colaboração com outros órgãos de comunicação social. Integrou os primeiros jornalistas do Jornal de Letras, Artes e Ideias, coordenou a “Página da Mulher” no Diário de Notícias e escreveu vários artigos de opinião e entrevistas para as revistas Máxima e Casa & Decoração. Na televisão promoveu e apresentou o programa “Pano para Mangas”, na RTP1, e na rádio foi responsável pelos programas “Crónicas da Manhã”, “O Real e o Imaginário” e “Andar aos Papéis”, na Antena 2. Juntamente com Maria Antónia Palla e Antónia de Sousa, integrou o grupo das primeiras mulheres eleitas para a direção do Sindicato de Jornalistas, entre 1977 e 1979. Maria de Lurdes Pintasilgo chamou-lhes “as três Antónias”, fazendo um paralelismo com “as três Marias”: Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta e Maria Velho da Costa.

Entre outras publicações, é autora de Maria Lamas, Biografia, Mulheres do Século XX: 101 Livros, Aborto: O crime está na lei e Fernando Piteira Santos: Português, cidadão do Século XX, seu padrasto desde os seus cinco anos.

 

Para saber mais sobre o livro clique aqui.

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