Saltar para conteudo
Visitar TBA
Anterior Anterior
23 - 26 Setembro
Xavier de Sousa

Pós-

12€
Artes Performativas

23 - 26 Setembro

quinta a domingo 19h30

Artes Performativas
Preço 12€
Menores de 25 anos: 5€
Palco da Sala Principal
Duração 90 min.

Classificação Etária:

M/16

Conceção Xavier de Sousa
Codramaturgia, consultadoria e produção Ana Rocha
Desenho de luz Luís Silva
Participação especial Fado Bicha, Puta da Silva, Gabriela Gomes (Casa T)
Fotografias e Vídeo Ana Rocha
Edição de vídeo Hugo Barbosa
Coprodução Foreign Actions Productions, Sekoia – artes performativas, Citemor, Teatro do Bairro Alto
Agradecimentos Pedras & Pêssegos, Alcont, Casa Arménio e mala voadora,Teatro do Frio

 

 

CLUBE ESPECTADOR
25 setembro após o espetáculo
Na Sala Manuela Porto com José Maria Vieira Mendes

Condições de acesso
• Haverá medição de temperatura sem registo à entrada do espaço. É obrigatório o uso de máscara dentro do edifício antes, durante e depois das sessões
• Desinfete as mãos e adote as medidas de etiqueta respiratória
• Mantenha a distância de segurança e evite o aglomerar de pessoas
• Traga o seu bilhete de casa ou, caso tenha mesmo de comprar o bilhete no TBA, escolha o pagamento contactless por cartão de débito ou MBway.
• Coloque as máscaras e luvas descartáveis nos caixotes de lixo indicados
• Nas entradas e saídas, siga as recomendações da equipa do TBA
• Não é possível alterar o seu lugar após indicação do mesmo pela Frente de Sala.

Por isso é que falo assim, meio estranho… meio estrangeirado! Os ingleses chamam-lhe “being lost in translation”. Os meus amigos lá em Londres chamam-lhe Xavinisms… Xavierismos… Também não conseguem dizer o meu nome corretamente, é estrangeiro demais… Por isso chamam-me Xav. Xzaviah. Zaviah. Saviour. Xaviniath, The Great… Nunca Xavier… Por isso inventam merdas, expressões e palavras que não existem para que nos possamos relacionar melhor, criar outras pontes, o que até acho querido, ou achava na altura. Mas pronto, nao vale a pena tentar. É como tentar ensinar um estrangeiro a dizer “lh” ou “nh”… ou um português a fazer aquele som espanhol, o “c” dos espanhóis, não é? Gracias, gracias, gracias. Há aqui alguem espanhol? Ou que fale bem espanhol? Nada de portunhol, por favor!! Não vale a pena… Passa à frente.
Xavier de Sousa, Pós-

Quem somos “nós”, hoje? Esta é a pergunta no centro do novo espetáculo de Xavier de Sousa. De Montemor-o-Velho a Londres, após 16 anos noutro país brutalmente construído à custa do colonialismo e imperialismo, Xavier representa uma comunidade pouco visível: os imigrantes que vivem entre línguas diferentes e olham para Portugal de fora para dentro. Entre fado, caldo verde e chouriço, em Pós- o espectador é o convidado e na ementa serve-se uma história e cultura construídas ao longo de 600 anos de colonialismo. A narrativa faz-se à mesa numa partilha e diálogo coletivo sobre o racismo, a construção do nacionalismo português, a identidade do imigrante e a permanência das heranças coloniais. Agora que estamos fisicamente distantes, esta reunião pode servir para refletirmos sobre o passado e celebrar um possível futuro coletivo.

A prática de Xavier de Sousa explora a sua herança pessoal e política no contexto do discurso dominante sobre identidade nacional, nacionalismo e migração. Faz curadoria do programa de performance New Queers on the Block e a série de entrevistas e eventos performingbordersLIVE. A solo, criou POST, Almost Xav, REGNANT e TIME/COLONIA. Colaborou com Tino Sehgal, Tim Etchells, Lauren Barri Holstein, Richard DeDomenici, Rosana Cade e Needless Alley Collective.

 

Este teatro tem esta newsletter
Fechar Pesquisa