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22 Junho
Joana Braga

Partituras para ir

Performance
(Quase) TBA

22 Junho

22 junho sábado
16h, 16h10, 16h20, 16h30, 16h40, 18h40, 18h50, 19h, 19h10 e 19h20

Percurso performativo
Ponto de encontro: Bloco das Águas Livres

Aconselha-se o uso de roupa e calçado confortáveis, chapéu e protetor solar

Performance
(Quase) TBA
Preço Entrada livre mediante inscrição prévia até dia 14 junho para producao@teatrodobairroalto.pt
Duração 2h15

Direção artística Joana Braga

Criação Andresa Soares, Fernando Ramalho, Flora Paim, Joana Braga, Tânia Moreira David

Vídeo Tânia Moreira David

Som Fernando Ramalho

Design gráfico Ana Teresa Ascenção

Produção executiva Sara Goulart

Coprodução Artéria | Humanizing Architecture e Teatro do Bairro Alto

“Do alto podes ver toda a cidade. Podes ver toda a cidade?”

 

Tenho vindo a atentar aos gestos de caminhar e permanecer. Caminho pela cidade sem querer chegar a destino algum, improvisando o itinerário e prestando atenção aos detalhes − acontecimentos, contradições, fraturas e sombras povoam o emaranhado de lugares. Através destas derivas aprendo a escutar e olhar de novo a cidade de todos os dias.

Compus com alguns artistas Partituras para ir, um percurso em redor do TBA numa zona central de Lisboa, que procura suscitar uma recriação das coreografias de acesso aos seus lugares menos públicos para desvelar o que ainda está por ver e ouvir, e assim abrir espaço para repensar criticamente o modo como nos relacionamos com a materialidade, tempos e usos deste pedaço da cidade. Convidamos o público a seguir connosco em busca da quinta fachada de Lisboa (nome dado à cobertura dos edifícios em arquitetura), dos lugares e acontecimentos invisíveis na experiência quotidiana da cidade, porém assinalados nos mapas, num percurso performativo que articula diversas linguagens artísticas e explora uma leitura coreográfica da caminhada.

Joana Braga

 

Partituras para ir faz parte do projeto Matéria para escavação futura, com curadoria das arquitetas e investigadoras Joana Braga e Ana Jara, que prossegue ao longo do ano noutros pontos de Lisboa e que procura reconfigurar a experiência da cidade, escavar as violências que nela se inscrevem e expandir os seus imaginários em múltiplas leituras.

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