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03 - 05 Junho
Antonin Artaud / Catarina Rôlo Salgueiro, Jenna Thiam e Surma

Para acabar com o julgamento de deus

12€
Teatro

03 - 05 Junho

sexta e sábado 19h30
domingo 17h

ACESSIBILIDADE
Com audiodescrição no dia 5 junho

Teatro
Preço 12€
Menores de 25 anos: 5€

Duração 90min

Classificação Etária:

A classificar pela CCE

Criação e interpretação Catarina Rôlo Salgueiro, Jenna Thiam e Surma
Tradução Catarina Rôlo Salgueiro e Jenna Thiam
Textos acrescentados Jenna Thiam
Desenho e operação de som Moritz Kerschbaumer
Cenografia e figurinos Bruno Bogarim
Produção Leonardo Garibaldi
Coprodução Teatro do Bairro Alto e Bolsa de Criação O Espaço do Tempo com o apoio da Fundação “la Caixa” – BPI
Integrado no festival Temps d’Images

O TBA fica junto ao Largo do Rato.

Condições de acesso

  • Recomendamos que desinfete as mãos à entrada e adote as medidas de etiqueta respiratória.
  • Sempre que possível, opte por trazer o seu bilhete de casa ou, ao adquirir bilhete na nossa Bilheteira, escolha o pagamento contactless por cartão de débito ou MBway.
  •  Nas entradas e saídas, siga as recomendações da equipa do TBA.
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Para Acabar com o Julgamento de deus é a obra-testamento de Antonin Artaud. Este poema radiofónico foi censurado na véspera da sua difusão, a 1 de fevereiro de 1948; Artaud morre um mês depois, deixando um legado de cartas que demonstram como se sentiu traído e incompreendido ao longo da vida. 74 anos mais tarde, a figura do poeta maldito encontrou justiça e o seu génio incontestado plana sobre quem quer fazer e, como ele, transcender o teatro.
Neste espetáculo, que é emissão de rádio e experiência sensorial para o público, queremos dar uma resposta a Artaud: amar o poeta e revoltarmo-nos contra ele, no mesmo gesto artístico; recriar Para acabar com o julgamento de deus e ao mesmo tempo acabar com o nosso conceito de génio e de obras-primas. Como escreveu o próprio: “As obras-primas do passado são boas para o passado, não para nós. Temos o direito de dizer o que foi dito e mesmo o que não foi dito de um modo que seja nosso, imediato, direto, que responda aos modos de sentir atuais e que todo o mundo compreenda.”

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