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07 - 11 Setembro
Lígia Soares e Paula Diogo

O Palácio

12 eur
Teatro

07 - 11 Setembro

quarta, quinta, sexta e sábado 19h30
domingo 17h30

ACESSIBILIDADE
10 setembro 19h30
Sessão com interpretação em Língua Gestual Portuguesa
Espetáculo com uma forte componente sensorial, com possibilidade de acompanhamento sob marcação.
Este espetáculo implica movimentação do público.

Teatro
Preço 12 eur
Menores de 25 anos: 5 eur

Sala Principal
Duração 80 min

Classificação Etária:

M/12

Conceção e Direção Paula Diogo e Lígia Soares
Criação Paula Diogo, Lígia Soares, Crista Alfaiate e Diogo Alvim
Interpretação Paula Diogo, Lígia Soares e Crista Alfaiate
Música e Sonoplastia Diogo Alvim
Desenho de Luz Rui Monteiro
Assistência Desenho de Luz Teresa Antunes
Cenografia Fernando Ribeiro e Saulo Santos
Pesquisa jurídica e Acompanhamento ONGD André Studer
Direção de produção Daniela Ribeiro
Produção Má-Criação
Coprodução Teatro do Bairro Alto
Residência de coprodução O Espaço do Tempo, 23 Milhas, Alkantara
Apoio financeiro GDA – Gestão dos Direitos dos Artistas
Apoio ao desenvolvimento do projeto República Portuguesa – Cultura / Direção Geral das Artes
Apoio não-financeiro Câmara Municipal de Lisboa
A Má-Criação é uma estrutura apoiada pela Câmara Municipal de Lisboa e acolhida pelo Alkantara
Paula Diogo é uma artista apoiada pela apap – FEMINIST FUTURES, um projeto cofinanciado pelo Programa Europa Criativa da União Europeia
Fotografia promocional João Tuna
Fotografia de cena Vera Marmelo

Parceria ONGs: AMI – Centros Porta Amiga, APF – Associação para o Planeamento da Família, AMU – Acção para um Mundo Unido, Associação ILGA Portugal – Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual, Trans e Intersexo, Associação Helpo, Casa do Gaiato, Centro Social Paroquial do Pragal, Cretcheu, EAPN Portugal – Rede Europeia Anti-Pobreza, Entrajuda, Pastoral dos Ciganos, Rosto Solidário , SOPRO – Solidariedade e PromoçãoWACT – we are changing together

Agradecimentos: Alex Cassal, Andresa Soares, Bibi Dória, Carlos Alves, Gabinete de Gestão Administrativa e Aprovisionamento da EGEAC: Gustavo Pinto e João Almeida, Direção-Geral das Artes, IPP Ibéria, Márcia Lança, Maria do Céu Carvalho, Nuno Loio, Patrícia Fernandes (IPP Ibéria), Pedro Soares, Piscina, Rogério Fonseca (CML), Sónia Baptista

 

Se a “cultura” é um bem imaterial, o que fazer com o desperdício de materiais na criação de cenários? Decidimos investigar como libertar a criação artística da aquisição de bens perenes para uma atividade de carácter temporário, procurando a significação do tempo em que as coisas úteis se tornam inúteis.

Com O Palácio partimos de uma ação de angariação e redistribuição de bens para converter o Teatro do Bairro Alto num espaço de armazenamento temporário – um depósito – e o espetáculo no usufruto desse momento em que as coisas já não são necessárias e ainda não foram reencaminhadas para poderem voltar a ter utilidade.

Apesar de oferecermos ao público um espaço atulhado de bens acumulados em casas como sinais de sedentarismo, o espetáculo visa conduzi-lo à errância, convidando-o a vaguear ou a escolher onde descansar. A atenção do público irá, qual respigador em férteis bosques, oscilar entre o detalhe e a paisagem. Tal como quando precisamos de abrir um pacote de bolachas para as comermos uma a uma e depois olhamos esse mar onde o pacote há de ir parar um dia.

 

 

 

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