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07 - 12 Outubro
Mónica Calle

Noite Fechada

Caminho para a Meia-Noite
Teatro
Caminho para a Meia-Noite

07 - 12 Outubro

7 a 12 outubro (exceto segunda)
qui, sex e ter 18h30 e 21h30
sáb e dom 17h e 20h30

Bilhetes à venda em breve

Teatro
Caminho para a Meia-Noite
Preço 12€
< 25 anos: 5€

Passe Caminho para a Meia-Noite 9€ + 9€

Palco da Sala Principal

Classificação Etária:

A classificar pela CCE

Direção, interpretação e iluminação Mónica Calle
Texto a partir de Poe e o Corvo de Fiama Hasse Pais Brandão
Coautoria e interpretação Mónica Garnel e Inês Vaz

Assistência de encenação José Miguel Vitorino

Cenografia Nadir Bonaccorso
Direção de produção Sérgio Azevedo
Produção executiva Diogo Neto Machado
Produção Casa Conveniente/Zona Não Vigiada
Coprodução Teatro do Bairro Alto
Residência artística Comédias do Minho
Fotografia Alípio Padilha

Condições de acesso
• Haverá medição de temperatura sem registo à entrada do espaço. É obrigatório o uso de máscara dentro do edifício antes, durante e depois das sessões
• Desinfete as mãos e adote as medidas de etiqueta respiratória
• Mantenha a distância de segurança e evite o aglomerar de pessoas
• Traga o seu bilhete de casa ou, caso tenha mesmo de comprar o bilhete no TBA, escolha o pagamento contactless por cartão de débito ou MBway.
• Coloque as máscaras e luvas descartáveis nos caixotes de lixo indicados
• Nas entradas e saídas, siga as recomendações da equipa do TBA
• Não é possível alterar o seu lugar após indicação do mesmo pela Frente de Sala.

“No Apocalipse os demónios arrependidos serão anjos e os anjos culpados serão demónios, ligados, fisicamente, costas com costas”
Fiama Hasse Pais Brandão, Eu vi o Epidauro

 

Neste díptico, Mónica Calle regressa ao trabalho sobre o texto, ao teatro da poeta Fiama Hasse Pais Brandão e ao Teatro do Bairro Alto (onde se estreou profissionalmente).
Um regresso que é ao mesmo tempo uma partida: as três atrizes – Mónica Calle, Mónica Garnel e Inês Vaz – fazem uma peregrinação a pé, de 26 dias, desde a Sé de Lisboa até Santiago de Compostela. Um caminho de fé que as levará à construção deste projeto e à reflexão sobre identidade e representação onde a História do Teatro, personagens arquetípicas transmutantes e personagens reais se misturam (e que produzirá ainda em setembro uma criação site-specific para a BoCA na Costa da Caparica).

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