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04 Dezembro
Nuno Leão, Mariana Pinho & convidados

Mark Fisher: O espectro de um mundo que podia ser livre

Entrada Livre
Discurso
Mark Fisher

04 Dezembro

4 dezembro
sábado 16h

Discurso
Mark Fisher
Preço Entrada livre (sujeita à lotação) mediante inscrição prévia até 31 novembro para bilheteira@teatrodobairroalto.pt
Sala Manuela Porto
Duração 2h

Apoio: IHC, FCSH + LOGOS

O IHC é financiado por fundos nacionais através da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia

Imagem: Bruno Caracol

Condições de acesso
• Haverá medição de temperatura sem registo à entrada do espaço. É obrigatório o uso de máscara dentro do edifício antes, durante e depois das sessões
• Desinfete as mãos e adote as medidas de etiqueta respiratória
• Mantenha a distância de segurança e evite o aglomerar de pessoas
• Traga o seu bilhete de casa ou, caso tenha mesmo de comprar o bilhete no TBA, escolha o pagamento contactless por cartão de débito ou MBway.
• Coloque as máscaras e luvas descartáveis nos caixotes de lixo indicados
• Nas entradas e saídas, siga as recomendações da equipa do TBA
• Não é possível alterar o seu lugar após indicação do mesmo pela Frente de Sala.

“Se os próprios fundamentos da nossa experiência”, diz Mark Fisher, “como o sentido do espaço e do tempo, podem ser alterados, não quererá isso dizer que as categorias pelas quais vivemos são elas próprias plásticas, mutáveis?” É em torno da noção de consciência que o projeto de Acid Communism, livro deixado inacabado por Fisher e de que apenas se conhece a introdução, se discute em toda a sua amplitude – desde a forma como a “experiência psicadélica” dos anos 1960 foi capaz de se generalizar através de uma série de mediações culturais, do rock à televisão, até aos grupos de “consciencialização” feministas dos anos 1970, passando pelo desenvolvimento de uma renovada “consciência de classe” sensível a questões raciais, de género, qualidade de vida, etc., e aberta às influências do campo cultural e estético.

Invocar “o espectro de um mundo que podia ser livre”, o espectro da contracultura (e de Marcuse) funciona sem dúvida como um convite a inverter alguns dos lugares-comuns da esquerda cristalizados ao longo dos últimos vinte anos. O psicadélico – o ácido em “acid communism” – está intrinsecamente ligado à questão da consciência, como a uma realidade viva (e visível) que se expande ou se contrai, diminui ou aumenta. Nesta terceira sessão do ciclo sobre Mark Fisher, coordenada pelo investigador e tradutor Nuno Leão e por Mariana Pinho, a leitura do texto Acid Communism servirá de mote para pensar experiência, consciência, contracultura, trabalho e desejo no capitalismo tardio.

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