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18 - 19 Dezembro
Catarina Botelho, David Guéniot & convidados

Lisboa Ano Zero: olhares fotográficos 2015-2021

Entrada Livre
Discurso

18 - 19 Dezembro

18 e 19 dezembro
sábado 11h e 14h30
domingo 17h

Discurso
Preço Entrada livre (sujeita à lotação do espaço mediante inscrição prévia para bilheteira@teatrodobairroalto.pt)
Sala Manuela Porto

Condições de acesso
• Haverá medição de temperatura sem registo à entrada do espaço. É obrigatório o uso de máscara dentro do edifício antes, durante e depois das sessões
• Desinfete as mãos e adote as medidas de etiqueta respiratória
• Mantenha a distância de segurança e evite o aglomerar de pessoas
• Traga o seu bilhete de casa ou, caso tenha mesmo de comprar o bilhete no TBA, escolha o pagamento contactless por cartão de débito ou MBway.
• Coloque as máscaras e luvas descartáveis nos caixotes de lixo indicados
• Nas entradas e saídas, siga as recomendações da equipa do TBA
• Não é possível alterar o seu lugar após indicação do mesmo pela Frente de Sala.

Desdobrando-se em três sessões, este é o terceiro momento de uma série imaginada pelos fotógrafos Catarina Botelho e David Guéniot em que olhares e representações da cidade de Lisboa têm sido discutidos por fotógrafas, urbanistas, arquitetos, artistas e outras habitantes. Tem como ponto de partida o estado atual de uma cidade que procura um novo sopro, entalada entre a interrupção dos fluxos turísticos e a suspensão provocada pela crise sanitária. Fruto de uma popularização da imagem de Lisboa enquanto cidade cosmopolita e de lazer, o impacto do turismo e a financeirização crescente do espaço urbano público e privado transformou as formas de ver e de viver a cidade. Mais recentemente, a pandemia de covid, ao suspender os modos habituais de produção da (e na) cidade, revelou não só as fraquezas e as desigualdades geradas por esse modelo de desenvolvimento, como reorientou a atenção para zonas e habitantes da cidade menos visíveis (ou invisibilizados). 

Na primeira manhã tem lugar a apresentação de trabalhos realizados entre 2015 e 2021, alguns por uma nova geração de fotógrafas; à tarde, discutem-se as alterações estruturais na cidade face às suas dinâmicas de longa duração. E no dia seguinte interrogam-se caminhos possíveis, tendo em conta o atual impasse pandémico.

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