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Jerusalem In My Heart + Lucrecia Dalt
13 Março
Música
Dupla
Jerusalem In My Heart + Lucrecia Dalt
13 Março
Música
Dupla
Jerusalem In My Heart + Lucrecia Dalt
13 Março
Música
Dupla
Jerusalem In My Heart + Lucrecia Dalt
13 Março
Música
Dupla
13 Março

Jerusalem In My Heart + Lucrecia Dalt

12€
Música
Dupla

13 Março

sex 13 março 21h30

Música
Dupla
Preço 12€
Menores de 25 anos: 5€
Bilhetes à venda em breve

Palco da Sala Principal
Duração 50 min. + 50 min. (com intervalo)

Classificação Etária:

M/6

Fotografia promocional JIMH Hashem Al Madani & Akram Zaatari/Arab Image Foundation
Fotografia promocional Lucrecia Dalt Regina de Miguel

Jerusalem In My Heart

Jerusalem In My Heart (JIMH) é o projeto audiovisual composto pelo músico e produtor Radwan Ghazi Moumneh e a cineasta Erin Weisgerber, que ocupa agora o lugar de Charles-André Coderre. Ativo desde a primeira década de 2000, JIMH começou por se apresentar como uma performance site-specific composta por uma série de elementos multimédia e teatrais. Em 2012, Moumneh redefiniu o projeto como uma performance audiovisual que parte de gravações de estúdio, que dão origem a discos, e que são interpretadas ao vivo em combinação com a projeção de imagens analógicas. Loops e projeções de películas de 16 mm são parte integrante da identidade estética de JIMH, tanto no contexto performativo como na imagem associada aos seus registos e outras componentes gráficas. As atmosferas deslumbrantes criadas pela dupla são uma homenagem intencional às distorções da cultura histórica árabe das cassetes, processada pelas correntes modernas da música eletrónica e pela manipulação de imagens referenciais. As melodias, penetrantes e persistentes, resultam da conjunção do canto melismático de Moumneh em árabe (Moumneh é cidadão libanês, residente no Canadá), instrumentos tradicionais como o buzuk, gravações de campo e outros elementos, através de processamentos enraizados no experimentalismo. As influências de JIMH são diversas, abrangendo pós-punk, psicodelia e gravações folclóricas do Líbano e da Síria.

Composição e interpretação: Radwan Ghazi Moumneh (música) e Erin Weisgerber (imagens)

 

Lucrecia Dalt

A música e artista sonora Lucrecia Dalt, nascida na Colômbia e residente em Berlim, regressa a Lisboa depois da digressão de apresentação do álbum Anticlines, que a trouxe à Galeria Zé dos Bois em 2018. Ao longo de uma série de álbuns gravados, desde a estreia em 2005, o seu perfil como compositora e intérprete, que abrange os mundos da eletrónica avant-garde e contemporânea, tem-se desenvolvido com reconhecimento internacional. Dalt relaciona várias disciplinas artísticas com detalhes contextuais que estruturam as suas criações. Mensagens com um enquadramento profundo surgem no seio de música irregular e abstrata, um design de som rigoroso e voz em tom poético, solene e assombroso. Na obra de Dalt fazem-se sentir as influências da sua formação académica em engenharia civil, tal como de músicas e filosofias de todo o mundo. Anticlines, por exemplo, criado a partir de síntese, voz, vocoding e feedback, entre outras técnicas, foi descrito como uma exploração de música ambiente em constante mutação.

Composição e interpretação: Lucrecia Dalt

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