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29 Março
Lucy Railton e Pedro Maia

Janela do Inferno

12€
Música

29 Março

terça 19h30

Música
Preço 12€
Menores de 25 anos 5€

Sala Principal
Duração 60min

Classificação Etária:

M/6

Alerta! Na sequência das medidas de combate à Covid-19, para assistir aos eventos no TBA precisa de apresentar um dos seguintes comprovativos:

• Certificado Digital Covid da EU nas modalidades de Vacinação completa, ou de Testagem com resultado negativo (antigénio nas últimas 48h ou PCR nas últimas 72h) ou de Recuperação (há mais de 11 dias e menos de 180 dias).
• Comprovativo de Vacinação completa (Janssen, AstraZeneca, Moderna ou Pfizer) ou de Recuperação emitidos por países terceiros.
• Comprovativo laboratorial de testagem negativa ao SARS-CoV-2 (antigénio nas últimas 48h ou PCR nas últimas 72h).

Não são admitidos autotestes. Crianças até 12 anos estão dispensadas de apresentação de certificado. Crianças a partir dos 12 anos estão sujeitas às mesmas regras dos adultos.

Condições de acesso
• Haverá medição de temperatura sem registo à entrada do espaço.
• É obrigatório o uso de máscara dentro do edifício antes, durante e depois das sessões
• Desinfete as mãos e adote as medidas de etiqueta respiratória
• Mantenha a distância de segurança e evite o aglomerar de pessoas
• Traga o seu bilhete de casa ou, caso tenha mesmo de comprar o bilhete no TBA, escolha o pagamento contactless por cartão de débito ou MBway.
• Coloque as máscaras e luvas descartáveis nos caixotes de lixo indicados
• Nas entradas e saídas, siga as recomendações da equipa do TBA
• Não é possível alterar o seu lugar após indicação do mesmo pela Frente de Sala.

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A produtora e violoncelista Lucy Railton e o cineasta Pedro Maia trazem para o Teatro do Bairro Alto o resultado de um novo projeto moldado pelas explorações psicogeográficas nos Açores, na sequência de uma residência nas ilhas. Janela do Inferno percorre um trabalho sónico e visual dinâmico, respondendo à terra, à sua natureza peculiar e às forças sísmicas que regem a vida no arquipélago. Railton reage a este lugar único com performances melódicas e gestuais de violoncelo ao vivo, gravações de campo e transformações de sintetizadores modulares, reformulando materiais encontrados em espaços altamente texturizados, poéticos e em rápida mudança, convidando o público a entrar em deriva por estados físicos e psicológicos. Entretanto a imagem segue as ideias de luz e sombra, rotação e magnetismo, e de passagem do tempo. O trabalho visual guia o público através da luz, numa viagem que alterna entre a escuridão total e um brilho deslumbrante.

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