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17 Dezembro
Gustavo Vicente, Paula Caspão, José Maria Vieira Mendes, Ana Bigotte Vieira

Há mais mundos – Oficina de Revocabulação integrada nas Jornadas de Estudos de Teatro (Re)conhecer Osório Mateus

Preço único 3 eur
Discurso

17 Dezembro

sábado 10h -18h

Bilhetes à venda brevemente

Discurso
Preço Preço único 3 eur
Sala Manuela Porto
Duração 6h

Uma iniciativa do Centro de Estudos de Teatro / Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa em parceria com o Teatro do Bairro Alto

José Alberto Osório Mateus ou Osório Mateus foi professor, encenador e estudioso do teatro.  No âmbito das Jornadas de Estudos de Teatro – (Re)conhecer Osório Mateus organizadas pelo Centro de Estudos de Teatro que cofundou, faz sentido revisitar alguns dos seus textos e discutir os modos de trabalho que praticou nas aulas, na criação teatral e em oficinas de investigação.  Procura-se rearticular o pensamento que terá transmitido, perceber em que termos se tem continuado, interrogado e/ou transformado, por entre diferentes entendimentos do que pode ser estudar e fazer teatro hoje.

“P. – O que pode o Teatro?

  1. – Pode tudo. Embora muitas vezes não o deixem. Teatro não é só espetáculo. Não é só formação ou espetáculo onde à noite se compram bilhetes. Há mais mundos.”

 

Osório Mateus (1988)

 

Propomos uma oficina para trabalhar a partir do encontro de diferentes textos de Osório Mateus com textos e materiais de outras autorias, registos e estilos. O encontro visa a imprevisibilidade do resultado e a continuidade da pesquisa. Partindo do princípio de que o pensamento se faz de encontros inéditos, do esquartejamento, do fragmento, da deslocação, da apropriação, do entortamento ou erro, esta oficina procurará um compromisso entre a “generatividade” da imaginação e os limites da sua concretização num contexto situado de investigação artística.

Os Estudos de Teatro que Osório Mateus inaugurou em Portugal são, hoje, um campo plural atravessado por inúmeros géneros artísticos e disciplinas. A tendência é abrir: dar corpo a novas (e velhas) leituras sobre o que pode ser teatro, dança ou performance; a outros diálogos com as políticas do quotidiano e às forças de resistência que emergem neste âmbito alargado. Se em “Estudos de Teatro” substituirmos a preposição “de” por “em”, o que acontece ao campo dito académico? Desmorona-se? Desdobra-se? Multiplica os seus sentidos? E se expandirmos a noção de teatro? Se alargarmos a ideia de estudo? Que acontece se tomarmos ambas as parcelas como práticas e as praticarmos em conjunto?

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