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14 - 15 Junho
Tania El Khoury

Gardens Speak

5€
Performance
(Quase) TBA

14 - 15 Junho

14 e 15 junho sexta e sábado
16h30 (EN), 18h, 19h, 21h, 22h e 23h (PT)

Performance
(Quase) TBA
Preço 5€ preço único
Teatro da Politécnica
Duração 40 min.

Classificação Etária:

M/14

Criação Tania El Khoury
Direção de produção Jessica Harrington
Assistente de produção Naya Salamé
Assistente de pesquisa e Escritora (árabe) Keenana Issa
Caligrafia e design das lápides Dia Batal
Cenografia Abir Saksouk
Gravação (inglês) e edição sonora Khairy Eibesh (Stronghold Sound)
Tradução (inglês) Ziad Abu-Rish
Tradução (português) Rui Pedro Martinho
Coprodução Fierce Festival e Next Wave Festival
Desenvolvimento Artists Bursary Scheme da Artsadmin
Apoio Arts Council England

“Nem os mortos estarão seguros se o inimigo vencer.”

Walter Benjamin

Este espetáculo acontece no Teatro da Politécnica – Sala das Janelas

 

Por toda a Síria, há jardins que ocultam os corpos de ativistas e manifestantes que adornaram as ruas durante os tempos iniciais da revolta. Nestas sepulturas improvisadas, joga-se uma colaboração contínua entre os vivos e os mortos. Os mortos protegem os vivos não os expondo a mais perigos por parte do regime. Os vivos protegem os mortos conservando as suas identidades, partilhando as suas histórias e impedindo que as suas mortes sejam instrumentalizadas pelo regime. Gardens Speak é uma instalação sonora interativa criada a partir das histórias de dez pessoas comuns que foram enterradas em jardins na Síria. O público é convidado a deitar-se sobre o solo para escutar os testemunhos orais que foram cuidadosamente construídos com a ajuda de amigos e familiares.

Tania El Khoury é uma artista libanesa que trabalha a interatividade com o público e o potencial ético e político desses encontros. Recebeu, entre outros, o International Live Art Prize de 2017. Esteve em Lisboa em 2012 com Maybe If You Choreograph Me, You Will Feel Better (Microfestival Forest Fringe, Culturgest).

 

“Uma peça de teatro austera e comovente que nos coloca numa posição de dolorosa intimidade com o custo humano da guerra.”

Charles Isherwood, The New York Times

 

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