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19 - 21 Novembro
Sorour Darabi

Farci.e

12€
Performance
TBA no Lux

19 - 21 Novembro

qui 19 novembro 19h
sex 20 novembro 19h
NOVO HORÁRIO sáb 21 novembro 11h

Preço 12€
Menores de 25 anos: 5€
Piso 0 do Lux Frágil
Duração 45 min

Classificação Etária:

M/16

Conceção, coreografia e performance Sorour Darabi
Desenho de luz Yannick Fouassier
Operação de luz Jéan-Marc Ségalen
Olhar exterior Mathieu Bouvier
Produção Météores
Coprodução Festival Montpellier Danse, ICI-CCN Montpellier Occitanie / Pyrénées Méditerranée
Com o apoio de CN D Centre national de la danse – Pantin (residência), Honolulu-Nantes e Théâtre de Vanves
Imagem Mehrdad Motejalli

 

Inserido no ALKANTARA FESTIVAL

O Alkantara Festival é um festival internacional de dança, teatro, performance e encontros na cidade de Lisboa.

No Alkantara Festival apresentamos espetáculos e projetos que experimentam formatos, no cruzamento com diferentes práticas artísticas e de conhecimento. No programa do festival participam artistas, de diversas proveniências, que dialogam com questões urgentes nas sociedades contemporâneas. A partir de 2020 o Alkantara Festival passa a acontecer anualmente, em novembro. Cada edição do Alkantara Festival inicia um percurso com encontros e atividades — no Espaço Alkantara — que aprofundam a relação com artistas do festival, as suas práticas e as questões que os seus projetos levantam.

Condições de acesso TBA no Lux

  • O acesso ao Lux Frágil é para M/16
  • Haverá medição de temperatura sem registo, por parte do Porteiro, ao público
  • É obrigatório o uso de máscara dentro do edifício antes, durante e depois das sessões
  • Desinfete as mãos e adote as medidas de etiqueta respiratória
  • Mantenha uma distância de segurança de 2 metros e evite o aglomerar de pessoas
  • Traga o seu bilhete de casa ou, caso tenha mesmo de comprar o bilhete no Lux Frágil, escolha o pagamento contactless por cartão de débito ou MBway.
  • Coloque as máscaras e luvas descartáveis nos caixotes de lixo indicados
  • Nas entradas e saídas, siga as recomendações da equipa do Teatro e do Lux Frágil
  • Devido às indicações da Direção-Geral de Saúde, não é possível entrar na sala após o início da sessão ou alterar o seu lugar após indicação do mesmo pela Frente de Sala. Caso deseje ir para o Terraço ou caso tenha bilhete para assistir a um evento do Lux, por favor informe a Frente de Sala quando terminar o espetáculo.

Em virtude das recentes medidas aprovadas em Conselho de Ministros que impõem um recolher obrigatório em Lisboa e concelhos de risco, as sessões de dia 21 novembro de Farci.e de Sorour Darabi passam a ser apenas uma às 11h no Lux Frágil. Este espetáculo está integrado no Alkantara Festival.

 

Trocas e devoluções Farci.e até 20 novembro

Caso tenha disponibilidade para assistir à sessão de dia 21 de novembro às 11h, solicitamos que contacte o ponto de venda em que adquiriu o seu bilhete de forma a trocar a data da sessão.
Caso não lhe seja possível assistir ao espetáculo no dia 21 novembro às 11h, pode solicitar o reembolso do seu bilhete. Terá também de fazê-lo através do mesmo ponto de venda onde o adquiriu.

  • Se adquiriu o seu bilhete através da BOL, contacte ajuda@bol.pt | 214 160 350.
  • Se adquiriu o seu bilhete através da FNAC, Worten, CTT ou ABEP, por favor dirija-se a estes pontos de venda.
  • Caso tenha adquirido o seu bilhete através das bilheteiras físicas do São Luiz Teatro Municipal ou do LU.CA – Teatro Luís de Camões, contacte a nossa bilheteira por e-mail bilheteira@teatrodobairroalto.pt

Agradecemos a vossa compreensão.

Em farsi, a língua persa, não existe distinção entre “ela” e “ele”. Em francês, como em português, tudo é ou masculino ou feminino. Para Sorour Darabi, artista e performer que se mudou do Irão para França para estudar dança, o desafio foi gritante. Como pode uma pessoa que não se identifica com um único género falar sobre identidade numa língua que obriga constantemente à separação entre masculino e feminino?

O palco está preparado para uma conferência mas este monólogo quase não tem palavras. O discurso é uma prova física, e é no movimento que Darabi encontra uma linguagem própria, de resistência.

 

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