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13 Abril
Shannon Jackson

Estética Pandémica e Infraestruturas “Pós-” Pandémicas

Entrada livre
Discurso

13 Abril

quarta 18h30

Streaming disponível no próprio dia em teatrodobairroalto.pt e nas redes sociais

Discurso
Preço Entrada livre (sujeita à lotação) mediante levantamento prévio de bilhete (máximo de 2 por pessoa) na bilheteira no próprio dia a partir das 15h
Duração 2h

O TBA fica junto ao Largo do Rato.

Condições de acesso

  • O uso de máscara é obrigatório antes, durante e depois da sessão.
  • Solicitamos que desinfete as mãos à entrada e adote as medidas de etiqueta respiratória.
  • Mantenha uma distância de segurança e evite o aglomerar de pessoas.
  • Traga o seu bilhete de casa ou, caso tenha mesmo de comprar o bilhete na nossa bilheteira, escolha o pagamento contactless por cartão de débito ou MBway.
  • Nas entradas e saídas, siga as recomendações da equipa do TBA.

Shannon Jackson é Professora Hadidi de Retórica e de Estudos de Teatro, Dança e Performance da Universidade da Califórnia / UC Berkeley. A pesquisa de Jackson visa as colaborações entre formas de arte visual, de performance e arte multimédia, a par com o papel das artes nas instituições sociais e na produção de transformações sociais. Back Stages: Essays through Art, Performance and Public Life, antologia do seu trabalho, será publicado na primavera de 2022. Escreveu Public Servants (2016), The Builders Association (2015), Social Works (2011), Professing Performance (2004), Lines of Activity (2000) e organizou o glossário de palavras-chave online, In Terms of Performance. Durante a sua sabática, em 2022, é diretora fundadora do programa de vídeo e media art para a Kramlich Art Foundation.

É usual dizer-se que a pandemia teve um efeito devastador das artes, a nível global. É igualmente usual celebrar a “resiliência” e “inovação” dos artistas quando, confrontados com a pandemia, forjaram novas alianças e esboçaram novas formas artísticas. Procura-se nesta apresentação e diálogo de grupo navegar entre devastação e celebração, de modo a levar a cabo uma espécie de inventário coletivo dos efeitos da pandemia. Ter-se-á em conta os modos como neste período certos formatos – arte para ecrã [screen-based art], arte de rua [outdoor art] – ganharam proeminência, e as maneiras como artistas e instituições, cruzando e atravessando média distintos, encontraram novas formas artísticas e de produção. Interroga-se assim o lugar e função dos espaços artísticos num mundo em que o pós-pandémico vai sendo perpetuamente adiado, ensaiando um balanço do que estes aprenderam, comparando políticas culturais e planeando futuras infraestruturas provisórias.

 

 

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