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04 Dezembro
Joana Sá, Luís J Martins e Lucas Tavares

CasaFloresta

12 eur
Música

04 Dezembro

domingo 19h30

ACESSIBILIDADE
4 dezembro 19h30
Sessão com audiodescrição

Bilhetes à venda brevemente

Música
Preço 12 eur
Menores de 25 anos: 5 eur

Sala Principal
Duração 1h

Classificação Etária:

M/6

Piano, conceito, criação artística, pesquisa e recolhas Joana Sá
Guitarra, conceito, criação artística, pesquisa e recolhas Luís J Martins
Criação artística, vídeo e recolhas Lucas Tavares
Conceito, pesquisa, recolhas e debates Corinna Lawrenz
Conceito, pesquisa, recolhas, desenvolvimento de plataforma casafloresta anti-mapa virtual Nik Völker
Elementos gráficos (instalação) e design de comunicação Ana Viana
Desenvolvimento web de plataforma virtual Nuno Bengalito
Desenho e operação de som (performance) Hélder Nelson
Desenho e operação de luz (performance) Miguel Ramos (Tela Negra)
Produção Sónia Gaspar
Colaboradoras André Barata, CISE – Centro de Interpretação da Serra da Estrela, Gisela Casimiro, Helena Antunes, Marta Correia, Marta Prista, Movimento Estrela Viva, Pedro Januário, Rafaela Aleixo, Rita Natálio, Sarita Mota, Susana Rodríguez-Echevarria
Coprodução Casa da Cultura de Seia, Jazz ao Centro Clube, Teatro do Bairro
Apoio República Portuguesa – Cultura | Direção-Geral das Artes

CasaFloresta é uma performance e instalação criadas no âmbito do projeto ‘à escuta: CasaFloresta’  ̶ projeto de pesquisa, reflexão e criação artística em torno da floresta e a partir da Casa da Guarda Florestal dos Covões (em Vide, Seia) desativada desde a década de 1970. O projeto foi desenvolvido em dois extremos da Serra da Estrela entre junho e setembro de 2022: Figueiró da Serra (Gouveia), a norte, e nas aldeias de Balocas, Frádigas e Vide (Seia), a sul.

O que poderá ser guardar uma floresta hoje? ‘à escuta: CasaFloresta’ propõe uma reflexão em torno das (des)funcionalidades da casa GF e da sua relação com a (de)floresta que a rodeia. Desenvolvido na e com a comunidade, com diversos colaboradores (biólogos, filósofos, antropólogos, historiadores, ativistas, etc.) e múltiplos parceiros, o projeto procura criar novas e (im)possíveis ideias de floresta e de relações com ela, procurando agora, nos centros urbanos, desconstruir a ideia de que a floresta é apenas uma exterioridade a eles.

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