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15 - 18 Dezembro
Gaya de Medeiros

BAqUE

12 eur
Dança

15 - 18 Dezembro

quinta a domingo 19h30

ACESSIBILIDADE
18 dezembro 19h30
Sessão com interpretação em Língua Gestual Portuguesa

CLUBE ESPECTADOR
17 dezembro após o espetáculo na Sala Manuela Porto
Moderação Alice Azevedo

Bilhetes à venda brevemente

Dança
Preço 12 eur
Menores de 25 anos: 5 eur

Sala Principal

Classificação Etária:

A classificar pela CCE

Direção e produção Gaya de Medeiros
Cocriação e interpretação Ary Zara, Lari Nalini (Labaq), João Leonardo , Gaya de Medeiros, Eríc Santos e Jo Bernardo
Dramaturgia Keli Freitas
Direção musical Lari Nalini
Figurinos Raphael Fraga
Desenho de luz e espaço cénico Tiago Cadete
Técnico de luz Luisa L’Abbate
Produção executiva Carol Goulart
Gestão Irreal
Coprodução Bolsa de Criação O Espaço do Tempo, com o apoio do BPI e da Fundação ”la Caixa” ; Teatro do Bairro Alto
Apoios Espaço Alkantara, Programa de Residências – O Rumo do Fumo

Gaya de Medeiros é bailarina, encenadora e produtora. Fundou a BRABA.plataforma para estimular e apoiar iniciativas criativas protagonizadas por pessoas trans e não-binárias. A sua pesquisa atual combina a poesia da palavra a uma fisicalidade intensa como possibilidades de comunicação e aproximação.

“toda girafa dá à luz em pé /o primeiro contato do filhote com o mundo
acontece a partir de uma queda barulhenta /a mais de 2 metros de altura.
os filhotes de girafa já nascem sabendo andar, (…)
é a relação íntima com o baque que prepara o corpo pra vida. ”
Fabrício Garcia

BAqUE é um espetáculo-concerto e uma celebração. Num ritual de afetos e fábulas, um coletivo de pessoas trans experimenta uma utopia em que todos os corpos são iguais e já não existe género, nem qualquer outro marcador que nos diferencie. Propomos (re)narrar o mundo e as relações que nos conectam com a existência: falar de tudo o que nos vibra na vida e de tudo o que nos faz parar de vibrar nela. BAqUE procura responder à pergunta: se o meu corpo não viesse antes de mim, eu falaria sobre quê?
Esta peça nasceu do desgaste frente às antigas narrativas acerca das corpas trans, sempre conectadas à dor e ao sofrimento. Enquanto artista, interesso-me por trazer novas narrativas acerca de outros modos possíveis de estar no mundo. Nessa busca, aproximei um elenco muito diverso nos seus talentos para evidenciar a potência e a disforia alegria das existências peculiares.

Gaya de Medeiros

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