Saltar para conteudo
Visitar TBA
Anterior Anterior
13 Novembro
João Fiadeiro e Liliana Coutinho

As dobras de um corpo (de trabalho)

Histórias do Experimental (em Portugal): pessoas, experiências e lugares
Discurso
Histórias do Experimental

13 Novembro

domingo 15h

Streaming disponível no próprio dia em teatrodobairroalto.pt e nas redes sociais

Discurso
Histórias do Experimental
Preço Entrada livre (sujeita à lotação) mediante levantamento prévio de bilhete (máximo de 2 por pessoa) na bilheteira no próprio dia a partir das 15h
Sala Manuela Porto
Duração 2h

Apoio Centro de Estudos de Teatro da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (o CET é financiado por fundos nacionais através da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P.)

 

Da Malaposta ao Ginjal, da Fábrica da Pólvora à Capital, até chegar ao Atelier RE.AL, a atividade de João Fiadeiro e da estrutura que criou, a RE.AL, confundem-se com a história dos lugares que habitou e ajudou a construir, espaços que se quiseram coletivos e de experimentação, formando e acolhendo gerações de artistas. Por ocasião da doação do arquivo do Atelier RE.AL ao Museu de Serralves, o coreógrafo João Fiadeiro e a curadora Liliana Coutinho revisitam estes lugares, pensando experiência, experimentalismo e experimentação a partir de episódios concretos que neles se desenrolaram.

 

Em 2022, prosseguindo uma abordagem atenta à circulação transnacional das práticas e das ideias, o ciclo Histórias do Experimental incide em particular sobre o experimentalismo em Portugal, partindo de episódios concretos relativos a pessoas, experiências e lugares. A partir de arquivos, testemunhos e estudos, interroga-se a prática e o ensino das artes em Portugal, conhecendo-se lugares de aprendizagem, de apresentação e de circulação, e percebendo a fronteira entre géneros como porosa e funcional. Em causa encontra-se a localização, conhecimento e problematização de alterações formais e filosóficas no fazer artístico e cultural, procurando entendê-las política e esteticamente nos seus contextos de origem, questionando a sua operacionalidade então ̶ e o que nela nos separa de hoje (ou não). O foco tripartido nas pessoas, experiências e lugares procura, por acumulação, contribuir para dar a conhecer uma galeria de episódios que juntos perfaçam um quadro menos lacunar do experimentalismo que por aqui foi tendo lugar. A ênfase no “em Portugal” por contraponto ao “português” desenha um território atravessado em que imagens, ideias e desejos participam de formas cosmopolitas e modernas de estar no mundo, um mundo que é do séc. XX e XXI.

Este teatro tem esta newsletter
Fechar Pesquisa