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17 Fevereiro
Festival Rescaldo

André Gonçalves, Maria da Rocha, Violeta Azevedo e César Burago

12 eur.
Música
Festival Rescaldo 2023

17 Fevereiro

sexta 19h30

1 bilhete, 2 concertos
Este concerto integra o festival Rescaldo e conta ainda com um concerto de Cândido Lima

Música
Festival Rescaldo 2023
Preço 12 eur.
Incluído no Passe Cultura (disponível apenas na Bilheteira do TBA)
Sala Principal
Duração 50 mins. (com intervalo entre concertos)

Classificação Etária:

M/6

Sintetizadores modulares
André Gonçalves
Violino e eletrónica
Maria da Rocha
Flauta e eletrónica
Violeta Azevedo
Percussão
César Burago
Fotos
Joana Linda

 

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Com mais de dez anos de existência, o Festival Rescaldo tem continuamente procurado apresentar projetos significativos no panorama das músicas de vanguarda, assinalando as referências do presente, contextualizando a influência dos seus mais importantes precursores, desafiando artistas idiossincráticos a estabelecer novos laços e colaborações, e abrindo espaço para projetar artistas a quem reconhece potencial para, num futuro próximo, alargar e enriquecer os horizontes da criação musical contemporânea em Portugal. Nesta sua 13.ª edição, o festival colabora pela primeira vez com o TBA, espaço dedicado ao experimental e consciente da sub-representação estrutural no meio artístico. Aposta-se por isso em dois concertos inéditos. O primeiro em modo de celebração e homenagem a Cândido Lima, um dos pioneiros da música contemporânea portuguesa. E no segundo lança-se o desafio a uma nova colaboração entre quatro criadores pertinentes da nova música nacional: André Gonçalves, Maria da Rocha, Violeta Azevedo e César Burago.

 

Esta formação foi pensada especificamente para a parceria entre o Rescaldo e o TBA, e o concerto decorre de uma residência artística a realizar na ADDAC, o espaço de criação de utopias de síntese modular conduzido por André Gonçalves.

Juntos, quatro nomes que ilustram as diversas proveniências e ninhos criativos do país no presente século: André Gonçalves é um criador de sistemas eletrónicos geradores de som e escultor de músicas suspensas pela voltagem; Maria da Rocha é uma violinista com formação clássica que há muito se vem abandonando à improvisação e a processos colaborativos; Violeta Azevedo é uma flautista que trabalha a coloração do som de uma forma instantaneamente identificável; e César Burago um visionário que continua a deslumbrar com a minúcia microscópica do seu ritmo. A uni-los, para além dos entendimentos únicos da sua prática artística, uma palavra de interpretações diversas, mas de significado intuído: a sensibilidade.

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