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Pablo Fidalgo
Anarquismos (Pelo meio do quarto corre um rio mais claro)
09 - 12 Janeiro
Teatro
Dupla
Pablo Fidalgo
Anarquismos (Pelo meio do quarto corre um rio mais claro)
09 - 12 Janeiro
Teatro
Dupla
Pablo Fidalgo
Anarquismos (Pelo meio do quarto corre um rio mais claro)
09 - 12 Janeiro
Teatro
Dupla
Pablo Fidalgo
Anarquismos (Pelo meio do quarto corre um rio mais claro)
09 - 12 Janeiro
Teatro
Dupla
09 - 12 Janeiro
Pablo Fidalgo

Anarquismos (Pelo meio do quarto corre um rio mais claro)

12€
Teatro
Dupla

09 - 12 Janeiro

qui 9 janeiro 19h
sex 10 e sáb 11 janeiro 21h30
dom 12 janeiro 17h30

Teatro
Dupla
Preço 12€
Menores de 25 anos: 5€
Dupla Anarquismos e Habrás 9€ + 9€
Sala Principal
Duração 75 min

Classificação Etária:

M/16

Texto e direção artística Pablo Fidalgo
Interpretação Ángela Millano, Cláudio da Silva e Rocío Berenguer
Desenho de luz Cláudia Rodrigues e Pablo Fidalgo
Direção técnica Cláudia Rodrigues
Assistência de coreografia Flora Détraz
Som e música João Bento
Vídeo João Gambino
Direção de produção e itinerância O Rumo do Fumo
Produção executiva e assistente de direção artística Amalia Area
Fotografia promocional Alípio Padilha

Coprodução Maria Matos Teatro Municipal – Temporada 2017-2018, Théâtre de la Ville, Teatro Municipal do Porto, Centro Dramático Galego/Agadic/Xunta de Galicia, Festival BAD e Montbéliard: MA avec GRANIT

Apoio Festival de Otoño de Madrid, Câmara Municipal da Moita – Centro de Experimentação Artística, Marche Teatro – Villa Nappi Residences, NAVE, Pólo Cultural das Gaivotas|Boavista, Causas Comuns e Teatro do Eléctrico

O galego Pablo Fidalgo regressa a Lisboa em dose dupla no TBA. Apresenta-nos Anarquismos, a sua mais recente criação, e a reposição de Habrás de ir a la guerra que empieza hoy, escolhido como Melhor Espetáculo de Teatro de 2015 pelo jornal Público.

“A história da anarquia em Espanha foi em geral ocultada e está inacessível. Como sobrevive o gesto anárquico hoje? Em que corpos vive?”
Pablo Fidalgo

Anarquismos conta o sonho de um homem que recorda a casa e três companheiros com quem partilhou os seus primeiros anos de juventude. Partindo da consciência de que a memória e o sonho são mecanismos imperfeitos, sabe que apenas nesse território indefinido, atravessado por luzes e sons da História, a sua identidade atual lhe será mostrada. Os corpos desta peça não têm História, não têm nome nem identidade. Desde que vieram ao mundo que lhes disseram que não se deve mexer na História, mas eles vieram preparados para mexer nela do princípio ao fim. Estruturada como um poema épico, a peça retrata a forma como um grupo de jovens se relaciona com essa História, com essa tradição sempre ocultada e marcada pelo medo e pelo silêncio.

 

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