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18 - 21 Novembro
Gabriela Carneiro da Cunha

Altamira 2042

ALKANTARA Festival
Dança
Alkantara Festival

18 - 21 Novembro

18, 19 e 20 novembro
quinta, sexta e sábado 19h30

Em português com legendagem em inglês
Legendagem para pessoas surdas e ensurdecidas

SESSÃO ACESSÍVEL
20 novembro 19h30
Sessão com audiodescrição

Bilhetes à venda em breve

Dança
Alkantara Festival
Preço 12€
< 25 anos 5€

Palco da Sala Principal
Duração 90min

Classificação Etária:

M/16

Conceção Gabriela Carneiro da Cunha
Direção Gabriela Carneiro da Cunha, Rio Xingu
Orientação da pesquisa e interlocução artística Cibele Forjaz Dinah de Oliveira, Sonia Sobral
Diretor assistente João Marcelo Iglesias
Assistência à direção Clara Mor, Jimmy Wong
Com textos de Raimunda Gomes da Silva, João Pereira da Silva, Povos indígenas Araweté e Juruna, Bel Juruna, Eliane Brum, Antonia Mello, Mc Rodrigo – Poeta Marginal, Mc Fernando, Thais Santi, Thais Mantovanelli, Marcelo Salazar, Lariza
Montagem de vídeo João Marcelo Iglesias, Rafael Frazão, Gabriela Carneiro da Cunha
Montagem textual Gabriela Carneiro da Cunha, João Marcelo Iglesias
Desenho de som Felipe Storino, Bruno Carneiro Figurinos Carla Ferraz
Iluminação Cibele Forjaz
Concepção da instalação Carla Ferraz, Gabriela Carneiro da Cunha
Produção da instalação Carla Ferraz, Cabeção, Ciro Schou
Tecnologia, Programação, Automação Bruno Carneiro, Computadores Fazem Arte
Criação multimédia Rafael Frazão, Bruno Carneiro
Trabalho corporal Paulo Mantuano, Mafalda Pequenino
Imagens Eryk Rocha, Gabriela Carneiro da Cunha, João Marcelo Iglesias, Clara Mor, Cibele Forjaz
Pesquisa Gabriela Carneiro da Cunha, João Marcelo Iglesias, Cibele Forjaz, Clara Mor, Dinah de Oliveira, Eliane Brum, Sonia Sobral, Mafalda Pequenino, Eryk Rocha
Direção de produção Gabriela Gonçalves
Produção Corpo Rastreado, Aruac Filmes
Coprodução Corpo Rastreado, MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo
Fotografias Nereu Jr.

 

Integrado no Alkantara Festival 2021

Condições de acesso
• Haverá medição de temperatura sem registo à entrada do espaço. É obrigatório o uso de máscara dentro do edifício antes, durante e depois das sessões
• Desinfete as mãos e adote as medidas de etiqueta respiratória
• Mantenha a distância de segurança e evite o aglomerar de pessoas
• Traga o seu bilhete de casa ou, caso tenha mesmo de comprar o bilhete no TBA, escolha o pagamento contactless por cartão de débito ou MBway.
• Coloque as máscaras e luvas descartáveis nos caixotes de lixo indicados
• Nas entradas e saídas, siga as recomendações da equipa do TBA
• Não é possível alterar o seu lugar após indicação do mesmo pela Frente de Sala.

Gabriela Carneiro da Cunha é atriz, realizadora e investigadora. É a idealizadora do projeto Margens – Sobre Rios, buiúnas e Vagalumes, que, em 2015, estreou sua primeira etapa com a peça Guerrilheiras Ou Para a Terra Não Há Desaparecidos.

Altamira 2042 é uma performance de Gabriela Carneiro da Cunha sobre o Complexo Hidroelétrico de Belo Monte, construído em Altamira, no estado do Pará, no Brasil. Este trabalho parte do testemunho do rio Xingu, cujas margens e habitantes vivem as consequências da catástrofe provocada pela construção da hidroelétrica.
Este desastre ambiental e social é apresentado a partir dos depoimentos do próprio rio e de outros seres que falam através de um dispositivo tecnológico: uma máquina que transporta as vozes, humanas e não humanas, que se ouvem nas margens do rio Xingu, materializando uma polifonia de seres, línguas e perspetivas que têm sido silenciadas. Gabriela Carneiro da Cunha encaminha-nos através das perspetivas de três diferentes seres maquínico-espirituais que protegem as águas e as matas, e que tomam a palavra para mitificar a História. Em Altamira 2042, a Barragem de Belo Monte deixa de ser simplesmente uma construção, ela é o mito do inimigo.

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