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08 - 18 Julho
Thornton Wilder / Auéééu, Os Possessos e Teatro da Cidade

A Nossa Cidade

Novas datas
Teatro

08 - 18 Julho

8 a 18 julho 2021 (exceto 12)
quinta a sábado 19h
domingo 17h


CLUBE ESPECTADOR DIGITAL
12 julho 18h
No Zoom do TBA com José Maria Vieira Mendes

SESSÃO ACESSÍVEL
NOVA DATA
18 julho 17h
Sessão com audiodescrição e interpretação em Língua Gestual Portuguesa

Teatro
Preço 12€
Menores de 25 anos: 5€

Sala Principal
Duração 2h30

Classificação Etária:

M/12

Texto Our Town (1938) de Thornton Wilder
Criação e produção Os Possessos, Auéééu – Teatro e Teatro da Cidade
Tradução João Pedro Mamede e Catarina Rôlo Salgueiro
Criação e interpretação Beatriz Brás, Catarina Rôlo Salgueiro, Filipe Velez, Guilherme Gomes, Leonor Buescu, Isabel Costa, João Silva, Joana Manaças, Miguel Cunha, Nídia Roque e Sérgio Coragem
Produção Raquel Matos
Estagiária de apoio à criação e assistente de produção Joana Silva
Desenho e operação de luz Rui Seabra
Desenho de som André Carinha Mateus e José Neves
Operação de som André Carinha Mateus
Cenografia, adereços e figurinos Bruno Bogarim
Coprodução Teatro do Bairro Alto e Teatro Viriato
Residência de produção O Espaço do Tempo
Fotografias Bruno Simão
Projeto apoiado pela República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes

 

REAGENDAMENTO

Depois de um período de obras, o TBA iria regressar ao lugar no dia 15 janeiro. No entanto, na sequência das mais recentes medidas de contenção da pandemia do vírus Covid-19 anunciadas pelo Governo, teremos de adiar a nossa reabertura. Assim, o espetáculo A Nossa Cidade de Thornton Wilder/Auéééu, Os Possessos e a Teatro da Cidade é reagendado para as seguintes datas:

8 a 18 julho 2021 (exceto 12)
quinta a sábado 19h • domingo 17h
Sessão com audiodescrição e interpretação em Língua Gestual Portuguesa a 18 julho 17h

 

Devolução de bilhetes

Caso já tenha adquirido bilhete, o seu bilhete fica automaticamente válido para a sessão do mesmo dia da semana que já adquiriu. Caso não tenha disponibilidade e deseje a devolução dos bilhetes, pedimos-lhe que solicite o reembolso dos bilhetes diretamente no ponto de venda onde foram adquiridos.

 

Como contactar os diferentes pontos de venda

  • Se adquiriu o seu bilhete através da BOL, contacte ajuda@bol.pt | 214 160 350.
  • Se adquiriu o seu bilhete através da FNAC, Worten, CTT ou ABEP, por favor dirija-se a estes pontos de venda.
  • Caso tenha adquirido o seu bilhete através das bilheteiras físicas do São Luiz Teatro Municipal ou do LU.CA – Teatro Luís de Camões, envie um e-mail para bilheteira@teatrodobairroalto.pt

A companhia auéééu – Teatro, fundada em 2014, é constituída por um grupo de oito atores licenciados pela ESTC, de diversas idades e zonas geográficas do país. A companhia ambiciona desenvolver uma dramaturgia de autoria própria baseada no diálogo entre vários ramos do saber e no cruzamento de várias linguagens artísticas e não-artísticas. Após o exercício final da licenciatura, intitulado Falta Tinta Vermelha, o grupo decidiu dar continuidade ao seu trabalho, apresentando este espetáculo em contexto profissional. Nos anos seguintes, o grupo apresentou o espetáculo Tradição, tendo vindo a integrar mais tarde o Ciclo Recém-Nascidos’16 no TNDMII. Iniciou, em 2016, com o grupo de dança Espaço Neutro, uma criação a partir da Ilíada, de Homero, que deu origem à primeira parte da trilogia 9 Anos Depois. A segunda parte, já sem a colaboração do Espaço Neutro, foi apresentada em 2017 e obteve o apoio à circulação por parte da Fundação GDA, tendo vindo a ser realizada em 2018. Estreou em 2019 o espetáculo – Um Passo Atrás, cujo apoio à criação, fornecido pela Fundação GDA e pela SPA, proporcionou um processo no qual se inseriram residências ao longo do país e um Ciclo de Inúteis Conversas organizado na Livraria Ferin.

Fundados em 2013 por Catarina Rôlo Salgueiro, João Pedro Mamede e Nuno Gonçalo Rodrigues, Os Possessos são um coletivo artístico que reúne pessoas de diversas áreas (teatro, cinema, música, ciência e literatura). Atualmente com sete elementos, Os Possessos trabalham em torno de projetos teatrais e performativos, tendo por base narrativas universais e a criação de uma ficção comum sobre a realidade entre os artistas e o público. Desde 2013, apresentaram os espetáculos Hanzel e Gretel (2013), Rapsódia Batman (2014), II – A Mentira (2015), MarchaInvencível (2017) e O Novo Mundo (2018). Para além dos espetáculos, contam ainda com várias performances e ações de curta duração
tais como: E uma criança a ver… (2012), Speed – 8 (2015), Acção Adiada (2015), Janeiras (2016), O Tempo é uma Pastilha Elástica (2017), e Projecto Manifesta (2017).

O Teatro da Cidade foi fundado em 2015, e tem como membros fundadores Bernardo Souto, Guilherme Gomes, João Reixa, Nídia Roque e Rita Cabaço. Em 2016 estreia-se com Os Justos, de Albert Camus, no Teatro do Bairro Alto. Em 2017 estreia Topografia, uma criação coletiva a partir do conceito de Comunidade, apresentado no Espaço da Ribeira – Primeiros Sintomas, Festival de Almada, TNDMII II, no ciclo Recém-Nascidos, e na Mostra de Teatro do Teatro Experimental de Cascais: Mostra-T; e Orfeu e Eurídice e Paragem 28 para a mostra Noites Curtas n’A Cidade PreOcupada, organizada pelo Projecto Ruínas, em Montemor-o-Novo. Em 2018 estreia, no CAL – Primeiros Sintomas, Que boa ideia, virmos para as montanhas, texto e encenação de Guilherme Gomes, a partir de uma música de Leonard Cohen (“Famous Blue Raincoat”), que fará parte da programação do Festival de Almada 2019; e cria um ciclo de 4 conversas-encontro chamado Água Nova Para As Mesma Margens, para a reflexão a partir de textos filosóficos portugueses. Em 2019 cria pela primeira vez um espetáculo a pensar no público infantil, Agora, que o carro do sol já passou, um texto de Guilherme Gomes, a partir das Metamorfoses de Ovídio, encenação de Nídia Roque e Coprodução do Museu da Marioneta, onde estreou. Apresentam recentemente a sua quinta produção em coprodução com o TNDMII – karōshi – uma criação coletiva em que pretendem explorar os limites do humano face ao excesso de trabalho nos dias de hoje.

Condições de acesso
• À entrada do Teatro, será medida a temperatura sem registo, enquanto a medida for recomendada pelas autoridades de saúde.
• Em todos os espaços de apresentação é obrigatório o uso de máscara dentro do edifício antes, durante e depois das sessões.
• Desinfete as mãos e adote as medidas de etiqueta respiratória.
• Mantenha uma distância de segurança de 2 metros e evite o aglomerar de pessoas.
• Traga o seu bilhete de casa ou, caso tenha mesmo de comprar o bilhete na bilheteira, escolha o pagamento contactless por cartão de débito ou MBway.
• Coloque as máscaras e outros equipamentos de proteção descartáveis nos caixotes de lixo indicados.
• Nas entradas e saídas, siga as recomendações da equipa do TBA.
• Devido às indicações da Direção-Geral de Saúde, não é possível entrar na sala após o início da sessão ou alterar o seu lugar após indicação do mesmo pela Frente de Sala.

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“É uma das peças mais duras, tristes e brutais com que já me deparei. E é tão bela, e quando é cómica é gloriosamente cómica. (…) Há cenas em A Nossa Cidade em que é difícil para mim pensar sem ter vontade de chorar. (…) É provavelmente a melhor peça americana escrita até agora.”

Edward Albee, 2011

 

Neste clássico da dramaturgia experimental, um diretor de cena apresenta-nos com precisão, compaixão e ironia as ruas e pessoas de Grover’s Corners, cidadezinha fictícia de Nova Inglaterra no início do século XX. Mas este retrato tão específico pode ser uma maneira de falar de coisas talvez universais: a experiência humana do tempo; o quotidiano, o amor e a morte.

Em março de 1964, a estreia de uma produção de Our Town em Anchorage, no Alasca, foi cancelada por causa de um fortíssimo terramoto; em março de 2020 e de novo em janeiro de 2021, foi uma pandemia que adiou A Nossa Cidade. Este espetáculo, que agora finalmente estreia, junta pela primeira vez três jovens companhias de Lisboa. Num gesto que não pode deixar de ser de resistência, desenham uma cidade a várias mãos para nos vermos nela. A força deste encontro nasce de uma vontade de questionamento, diálogo e observação conjunta sobre a forma como cada companhia e cada um de nós está – no teatro e na cidade. 

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