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15 Fevereiro
nora chipaumire

100% POP

12€
Performance
Dupla

15 Fevereiro

Sáb 15 fevereiro 21h30
Em inglês sem legendagem
Público em pé

Performance
Dupla
Preço 12€
Menores de 25 anos 5€
Dupla #PUNK e 100% POP 9€ + 9€

Palco da Sala Principal
Duração 50 min

Classificação Etária:

M/16

Interpretação nora chipaumire, Shamar Watt, Atiyyah Khan, Kris Lee e Antek Mantorsk
Conceito sonoro e direção artística nora chipaumire
DJ vinil Atiyyah Khan
DJ digital Shamar Watt e Kris Lee
Desenho de som Antek Mantorski
Direção técnica Roderick Murray
Texto e letras nora chipaumire
Cenografia Ari Marcopoulos, Kara Walker e Matt Jackson Studio
Desenho de luz e figurinos nora chipaumire
Coprodução The Kitchen, Crossing the Line Festival e Quick Center for the Arts at Fairfield University
Apoio Fondation d’entreprise Hermès no âmbito de New Settings Program

Performance’s potential to move, provoke, and transcend comes alive in nora chipaumire’s most recent iteration of 100% POP (2018).” 
Performer Magazine

Nascida no Zimbabué, nora chipaumire mudou-se para Nova Iorque depois de estudar dança no Zimbabué, Cuba e Jamaica. Desde a sua primeira peça em 2003, Chimurenga, que o seu trabalho tem vindo a desconstruir estereótipos do corpo negro e a investigar a sua emancipação em palco. Dark Swan, Portrait of Myself as my Father e Rite Riot ganharam vários prémios nos EUA, incluindo três Bessie Awards.

Pop pode ser lida como aquela “arte” do comum, a arte mais acessível ao povo.  O povo, isto é: as massas trabalhadoras comuns, as que não frequentam necessariamente museus, galerias, etc. Em 100% POP, nora chipaumire regressa ao modo como a informação e o conhecimento são ou foram adquiridos por quem cresceu em tempos menos livres.

É uma homenagem a Grace Jones, a famosa cantora, atriz e modelo. Como superestrela negra, teve uma influência de longo alcance na cultura pop e introduziu uma nova imagem do corpo negro. Num monólogo repleto de energia contagiante,  nora fala sobre como descobriu a cantora, a sua juventude no Zimbabué e o seu desejo de independência. O lendário A One Man Show de Grace Jones serve de inspiração para a ideia de uma “cover” em 100% POP, através da mistura de elementos sonoros da música de Jones com a música chimurenga do Zimbabué, dub e noise.

 

CLUBE ESPECTADOR
Após o espetáculo com moderação da poeta, arte-educadora e investigadora de Estudos Pós-Coloniais Raquel Lima.

 

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