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15 - 24 Julho
PACAP 5

10 Trabalhos

Entrada Livre
Dança

15 - 24 Julho

sex 15, sáb 16 e dom 17 jul
sex 22, sáb 23 e dom 24 jul

Horários a anunciar

Dança
Preço Entrada Livre

Classificação Etária:

A classificar pela CCE

Criação/Participantes PACAP 5 – Forum Dança Andrei Bessa, Bruno Levorin, Francisco Thiago, Katarina Lanier, Leonor Lopes, Leonor Mendes, Nazario Díaz, Nicole Gomes, Roberto Dagô, Ves Liberta
Acompanhamento artístico João Fiadeiro, Carolina Campos e Daniel Pizamiglio
Luz Leticia Skrycky e Santiago Rodriguez Tricot
Direção técnica Leticia Skrycky e Santiago Rodriguez Tricot
Produção Forum Dança
Coprodução Teatro do Bairro Alto
Fotografia Lucas Damiani

O TBA fica junto ao Largo do Rato.

Condições de acesso

  • Recomendamos que desinfete as mãos à entrada e adote as medidas de etiqueta respiratória.
  • Sempre que possível, opte por trazer o seu bilhete de casa ou, ao adquirir bilhete na nossa Bilheteira, escolha o pagamento contactless por cartão de débito ou MBway.
  •  Nas entradas e saídas, siga as recomendações da equipa do TBA.

“Depois da presença “meteórica” em dezembro de 2021 com R|EXISTÊNCIA, o PACAP 5 ̶ programa do Forum Dança com curadoria de João Fiadeiro em colaboração com Márcia Lança, Carolina Campos e Daniel Pizamiglio ̶ regressa ao TBA para a apresentação dos projetos individuais desenvolvidos no terceiro bloco desta formação. Se na primeira passagem o foco estava na prática colaborativa entre performers e na negociação de visibilidade com os espectadores/visitantes/voyeurs, desta vez o foco passará a ser a investigação de cada interveniente. João Fiadeiro, Carolina Campos e Daniel Pizamiglio colocar-se-ão nesta fase ao serviço dos projetos de cada artista, numa postura de acompanhamento, tutoria e facilitação.
O objetivo será utilizar as ferramentas trabalhadas e experimentadas nos blocos I e II do curso e canalizá-las agora para a produção de um projeto individual. O que nos interessa é criar as condições para que a potência contida na pergunta-afeto inicial tenha correspondência no gesto tornado público. Essa manifestação poderá ter lugar na forma de esquisso, maquete ou mesmo “obra”, desde que o foco, em qualquer destas escalas, não esteja no produto, mas no processo.
Esta dimensão pública da partilha do processo é fundamental para que o “outro” deixe de ser idealizado e se “dê corpo” à premissa de que um gesto só se conclui quando recebido por um terceiro. Até porque muitas vezes (na maioria das vezes) só neste momento – em que se dá a “colisão” com o outro – é que nos apercebemos com clareza se aquilo que dissemos-fizemos era exatamente aquilo que queríamos dizer-fazer. Raramente é. E ainda bem.

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