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Um, dois e muitos

O que pode significar em todas as coisas vivas o um, o dois e o muitos?

Marta Wengorovius tem vindo a desenvolver desde 2011 uma obra-metodologia a partir desta pergunta que coloca às diferentes áreas do conhecimento.

Acompanhando a programação ao longo de 2020, sob um ponto de vista aparentemente formal – as questões de composição em torno do um, do dois e do muitos – Wengorovius propõe três encontros em que cruza a sua metodologia com as proposta do TBA. O primeiro, já em fevereiro, é dedicado ao Dois, e visita as quatro peças de dança criadas por pares – Sofia Dias e Vítor Roriz; Carolina Campos e João Fiadeiro; Sara Anjo e Teresa Silva e finalmente Jonas e Lander – que neste semestre habitam o teatro.

Seguir-se-á, em maio, o Um, a propósito da apresentação da peça Solo de Teresa Coutinho, e por último o Muitos, já no outono, por ocasião de uma peça de grupo.

Um, Dois e Muitos serão três encontros, três momentos que se completam.

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